Para um press militar perfeito, utilize halteres
Os investigadores realizaram uma experiência com 6 atletas com experiência, do sexo masculino. Os voluntários treinaram os ombros com 3 variações diferentes do press militar. A posição inicial foi a mesma nas 3 versões [A]. Num exercício, o homem esticou os braços acima da cabeça até a atingir um ângulo de 90 graus [B]. Esse foi o R1.
No exercício R2, os homens estenderam os braços acima da cabeça num ângulo de 135 graus [C], e no R3, eles estenderam completamente os braços, até um ângulo de 180 graus [D].
Antes dos voluntários começarem a realizar os exercícios, os investigadores colocaram eléctrodos nos seus músculos, de forma a medirem a intensidade com que os músculos dos homens tinham de trabalhar.
Para abreviar uma história longa: o R2 foi um melhor exercício do que o R1, e o R3 foi melhor que o R2. Os resultados foram os mesmos para todos os grupos musculares nos quais os investigadores colocaram eléctrodos.
As figuras abaixo mostram a atividade dos grupos musculares quando os voluntários treinaram a 70% da sua 1RM (1 repetição máxima).
PMCH = parte clavicular do peitoral; AD = parte anterior do deltoide; MD = parte medial do deltóide; PD = Parte posterior do deltoide.
UT = parte superior dos trapézios (feixes descendentes); MT = parte medial dos trapézios (feixes transversais); TM = infraespinhoso, TBLH = tríceps
O efeito positive do press militar completo, é mais forte para os trapézios do que para os deltoides. É por isso que os investigadores suspeitam que, os atletas que, por qualquer motivo, preferem treinar com barras, precisam de dar mais atenção aos seus trapézios, realizando outros exercícios.
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